Como montar um posto de gasolina

Sendo o sistema de medição de combustível um item obrigatório, que avança através dos estados do país oferecendo segurança e comodidade para os empreendedores, vale a pena considerá-lo, hoje em dia, como parte elementar das etapas sobre como montar um posto de gasolina.

E, para você que está pensando na possibilidade — ou apenas quer desenvolver um projeto de reformulação para o seu negócio próprio, siga com a leitura deste post. Nos próximos tópicos, vamos falar tudo o que você precisa saber sobre como montar um posto de gasolina!

Escolha uma boa localização

Antes de aprender como montar um posto de gasolina, saiba qual é a melhor localização para o seu empreendimento comercial. Para isso, avalie o perfil do seu público-alvo.

Sabendo que um posto de gasolina deve estar sempre ao alcance de motoristas de todos os tipos de veículos, é interessante considerar áreas de grande trânsito. Especialmente, em regiões ainda pouco exploradas pela concorrência.

Avalie a melhor estrutura

Considerada a localização, saber como montar um posto de gasolina consiste, também, em ter uma área ampla, estruturalmente, para contar com espaço para os veículos entrarem, saírem e manobrarem. Em média, considera-se um terreno com 900 m², mas isso pode variar.

Especialmente, se você quer saber como montar um posto de gasolina com opções de comércio ao redor. No mais, é importante pensar na infraestrutura, que consiste em itens fundamentais, como:

  • tanques subterrâneos para o armazenamento dos seus combustíveis;
  • bombas e filtros de combustível;
  • compressores e também algumas balanças de ar;
  • acessórios para a comercialização e conveniência dos seus clientes, como equipamentos de lubrificação.

Monte o seu capital de investimento

Saber como montar um posto de gasolina significa, também, um preciso planejamento financeiro. Primeiramente, para investir na composição do seu empreendimento — em geral, corresponde a cerca de R$ 600 mil.

Mas, também, o capital de giro deve ser considerado porque o retorno desse tipo de negócio costuma ocorrer, apenas, após 18 meses de abertura do posto.

Tenha em mente que existem licenças necessárias

Vamos ver, agora, como montar um posto de gasolina tendo em mente as principais exigências legais e de órgãos reguladores? Assim, o seu empreendimento evita multas pesadíssimas — além do risco de fechar as portas.

Para isso, comece seguindo à risca as regras da Agência Nacional de Petróleo. Vale observar, ainda, as exigências que dizem respeito ao capital social da empresa, e também as licenças para o funcionamento do seu estabelecimento comercial, com base nas obrigações municipais solicitadas — como a licença emitida pelo Corpo de Bombeiros.

Cuidado ao escolher os membros da sua equipe

Cuidar de um posto de gasolina é coisa séria. Os seus funcionários, portanto, devem ser continuamente qualificados para garantir não apenas um serviço de qualidade, para os clientes, mas seguro para eles próprios.

Principalmente, no manejo de combustíveis, que contam com substâncias potencialmente tóxicas e prejudiciais à saúde. Sabendo como treiná-los e mantê-los motivados, seu negócio só tem a crescer!

E, para dar o primeiro passo em iniciar o seu sonho de aprender como montar um posto de gasolina, compartilhe este post nas suas redes sociais, e marque os seus sócios para vocês começarem hoje mesmo!

Entendendo mais do processo de criação: veja alguns conceitos

Heurística e Brainstorm são alguns dos métodos adotados para auxiliar no processo de criação. Apesar de os nomes parecerem estranhos, as técnicas adotadas são simples e conhecidas por muitas pessoas.

Nessa fase de criação, é normal surgirem alguns bloqueios e dificuldades de obter boas ideias e, por isso, toda ajuda é bem-vinda — mesmo aquelas que parecem não fazer muito sentido. A seguir, vamos apresentar as principais técnicas para auxiliar no processo. Confira!

Heurística

A grosso modo, podemos dizer que heurística é o nome dado ao método criado a fim de identificar soluções para determinado problema ou situação. A ideia é simplificar questões que parecem complicadas e, a partir disso, cria-se alternativas de resolução que sejam mais simples.

Dessa forma, chega-se a soluções mais viáveis e práticas — mesmo que elas ainda não sejam ideais. Em geral, elas são listadas de forma intuitiva, rápida e sem muitas ponderações.

Brainstorm

A palavra brainstorm pode ser traduzida como “tempestade de ideias”. Como o nome propõe, um grupo de pessoas se reúne e faz sugestões acerca de determinada questão, que pode ser uma solução, um novo produto, uma promoção, entre outras coisas.

Nessa fase, as ideias são apenas lançadas e anotadas, sem muito filtro. É importante que os envolvidos não tenham vergonha de expor seus pensamentos, ainda que eles pareçam meio descabidos a princípio.

Depois, com todas as opções, é que se faz as análises mais racionais e se discute as proposições feitas, buscando chegar a um resultado ideal.

Gatilho mental

O gatilho mental é um recurso usado para facilitar a tomada de decisão de forma mais automática, sem que a pessoa precise pensar muito antes de partir para a ação. Sabe aqueles títulos que você lê com “últimas unidades”, “faça agora mesmo”, “edição limitada”? Todos contam com esse método.

No processo de criação, ele pode ser usado para influenciar a equipe a encontrar soluções mais rápidas — o gatilho de urgência, nesse caso, é o mais eficaz. 

Atalho mental

Um processo de escolha pode ser complexo (como a compra de um carro novo) ou bem simples (como a decisão de qual camisa usar no dia). O que muda de um caso para o outro é o chamado atalho mental. Ele consiste em caminhos mais curtos que o seu cérebro pega para tomar decisões, que nem sempre são racionais, para encurtar e agilizar o processo — diminuindo o esforço necessário. 

No contexto do processo criativo, ele funciona de forma bem semelhante a heurística e ao brainstorm. O objetivo é encontrar respostas rápidas para determinada questão, sem que seja necessário elaborar mapas muito complexos inicialmente. Posteriormente, realiza-se um levantamento de quais ideias são as mais viáveis e só então elas são mais bem desenvolvidas.

Como você pôde ver, há diversas opções de métodos que podem ajudar a melhorar o processo de criação com a equipe. Aqui, falamos de heurística, brainstorm, gatilho e atalho mental. Você conhece mais algum que pode ser um grande aliado?

Compartilhe este artigo em suas redes sociais e aproveite para criar um debate com sua rede de amigos. Quem sabe não surgem mais alguns métodos bem interessantes?

Vocês sabe o que agências de marketing digital fazem?

Por volta de 2015, em meio à crise econômica nacional, muitos setores empresariais tiveram que se reinventar. Cortar os custos passou a ser essencial e, com isso, muitos negócios começaram a migrar do outbound marketing para o inbound marketing.

Quatro anos já se passaram desde que essa nova tendência decolou no Brasil, mas é normal que empresários e funcionários que não sejam do ramo da comunicação ainda se questionem sobre o marketing digital. Afinal, o que uma agência de marketing digital faz e por que eu deveria me importar com isso? É o que vamos descobrir agora.

Desenvolvimento Web

O marketing digital gira em torno da tendência de consumo do brasileiro. Segundo pesquisas, 7 a cada 10 brasileiros compram online atualmente.

Então, se a tendência de consumo é digital, onde uma empresa deve se fazer presente? No mundo digital. O primeiro passo para isso é o desenvolvimento de domínios para a sua empresa.

A área de desenvolvimento web é a que contém profissionais da área de programação, capacitados para a criação de sites e blogs comerciais. Eles são muito importantes para que essas páginas estejam otimizadas para mobile e desktop, com um bom desempenho de carregamento.

Mídia Paga

Quando um gestor pensa em contratar um serviço de marketing digital, ele pensa primeiro na área de mídia paga, porque é o serviço que gera o retorno mais imediato para o negócio. Esse profissional cria anúncios na mais diversas plataformas (Google, Facebook, Instagram, etc) e nos mais diversos formatos (carrossel, vídeo, banner, etc) para impactar uma audiência específica, que busca por um termo específico.

Redes Sociais

Redes sociais também é a estratégia queridinha dos empreendedores. Que empresa não quer viralizar nas redes sociais e ganhar um milhão de seguidores de uma vez só? Apesar de não ser um fenômeno tão comum e fácil de ser atingido, uma agência de marketing digital também presta o serviço de gestão de redes sociais. O especialista de Social Media realiza o planejamento do conteúdo que será postado, elaborando artes para melhorar a experiência do usuário e medindo o engajamento e a interação dos seguidores com a marca.

Marketing de Conteúdo

Começamos a entrar em áreas menos conhecidas pelos gestores de grandes empresas. O marketing de conteúdo, muitas vezes visto como uma estratégia trabalhosa de gerar artigos extensos que “ninguém vai ler” (por que afinal, alguém ainda lê hoje em dia?), pode fazer toda a diferença para a geração de autonomia de uma marca e a visibilidade de uma empresa na internet. Essencial para gerar tráfego orgânico, o marketing de conteúdo alimenta não só blogs, como qualquer outro domínio da empresa que queira gerar material de qualidade e de interesse da lead.

E-mail Marketing

Considerado por muitos leigos como um canal que caiu em desuso, o e-mail continua com tudo em uma estratégia de marketing. Afinal, a grande maioria das pessoas usam o e-mail no celular, e todo mundo anda com o celular para cima e para baixo por onde vai hoje em dia. Portanto, o e-mail marketing é uma estratégia muito boa para impactar diretamente o seu usuário, de maneira mais personalizada do que um artigo ou um post em uma rede social, por exemplo. 

Design

Não existe marketing sem design. Essa área é encarregada não só pela estética, como pela usabilidade do site, blog, posts e demais materiais diagramáveis e visuais do marketing digital. Geralmente, o profissional que atua em agências de marketing digital é o design gráfico e não subestimar a importância da contratação de um profissional qualificado para essa função pode fazer toda a diferença nos resultados de uma empresa.

Este artigo foi útil para que você entendesse melhor o papel de uma agência de marketing digital? Compartilhe em suas redes sociais para que mais pessoas possam se informar sobre o assunto!

Como é o processo de cremação ao redor do mundo?

A cremação é uma forma de sepultamento bastante antiga e empregada por diversas sociedades e culturas ao redor do mundo.

No Brasil, a cremação tem se tornado cada vez mais comum – principalmente graças ao aumento no número de crematórios e, consequentemente, aos preços mais interessantes.

Porém, independentemente, é sempre essencial buscar por um cemitério de confiança que também realize a cremação, garantindo que o procedimento está de acordo com as normas da Anvisa.

Quer saber como é a cremação ao redor do mundo? Continue a leitura!

Oriente

Atualmente, os países orientais são os que mais utilizam a cremação. Principalmente nos locais onde se segue o budismo e o hinduísmo, já que a prática é considerada sagrada para essas religiões que considera o fogo uma forma de purificar e libertar a alma.

Japão

A sociedade japonesa é, em sua maioria, budista e por isso tem como costume cremar os falecidos. É hábito desse povo, antes de iniciar a cremação, realizar uma cerimônia fúnebre conduzida por um membro da família do falecido.

Antes disso, porém, os japoneses fazem uma preparação do corpo, que costuma ser realizado pelos Nokanshi (agentes funerários específicos). Nessa etapa, o falecido é banhado e vestido com um terno, no caso dos homens, e com um quimono, no caso das mulheres.

Existe a tradição de, algumas famílias, levarem o corpo para passar a última noite na sua casa, sendo uma oportunidade dos familiares se despedirem do falecido.

A cremação também segue algumas tradições, como a superstição de Tomobiki, segundo a qual existem dias desfavoráveis para que um funeral seja realizado. Essa crença se baseia na antiga lenda chinesa do ciclo lunar. Para os japoneses, se um funeral for realizado nesses dias “impróprios”, os maus espíritos poderão puxar os amigos para junto do falecido.

Outro costume japonês é que amigos e parentes contribuam com as despesas referentes ao funeral. Para isso, o dinheiro é entregue em um Koden, envelope especifico para condolências e o valor varia de acordo com o relacionamento que a pessoa tinha com o falecido.

Porém, não é indicado oferecer quantias que estejam relacionadas ao número 4 – porque, em japonês, esse número tem o mesmo som da palavra morte.

Depois de cremado, os familiares retiram os ossos do falecido por meio de grandes pinças de metal e passam de um a um dos presentes até serem depositados nas urnas. Em geral, o processo começa com os ossos dos pés, depois das pernas e assim sucessivamente até chegar o crânio.

Por último, as cinzas são enterradas na cerimônia nokotsu e a urna com as cinzas vai para o jazigo da família – um pequeno túmulo coberto com uma pedra e com o nome da família gravado. Outra possibilidade é manter a urna em casa no butsudan, um altar doméstico budista.

Países hindus

Os hindus também acreditam que o fogo é capaz de purificar a alma do falecido e assim permitir que ela entre nos reinos superiores, onde poderá renascer e se libertar dos maus espíritos.

A modernidade, contudo, tem levado muitos hindus a deixarem de lado algumas tradições, especialmente nas grandes cidades. Uma dessas mudanças é a preferência das famílias em cremarem os falecidos nos crematórios ao invés das cerimônias ao ar livre, que eram bem comuns antigamente.

Em geral, antes da cremação, existe o cortejo fúnebre – quando os parentes homens transportam o falecido que está envolto em um pano e cercado de flores. A cor do pano varia de acordo com o sexo do falecido. Para homens, usa-se o branco e para as mulheres, o vermelho.

Depois da cremação, os membros do corpo que não viraram cinzas são atirados ao Ganga (rio), assim como acontece com as crianças e as pessoas acometidas por doenças contagiosas (os hindus creem que eles não completaram o ciclo da vida porque seus corpos foram invadidos por maus espíritos e por isso essa tradição).

Ocidente

Apesar de a cremação não ser tão comum no Ocidente, existem alguns países que, dependendo da religião, optam por essa prática em detrimento ao sepultamento tradicional.

Grécia

A antiga sociedade grega possuía uma relação íntima com a cremação. Naquela época, o processo era feito de forma diferente para cidadãos comuns e heróis.

Aqueles que tinham morrido de forma regular, sem terem nenhum grande feito ou serem importantes na sociedade, acabavam sendo cremados de forma coletiva. Já os heróis e pessoas importantes eram cremados em uma grande pira e passavam por uma bela cerimônia – principalmente os que morreram em campos de batalha.

Porém, com a chegada da Igreja a relação com a cremação se modificou. De acordo com a Igreja Ortodoxa Grega, o procedimento é considerado uma violação ao corpo humano e, embora desde 2006, ele seja regulamentado no país, ainda é pouco usual.

Tanto que a Grécia tem sofrido com a falta de espaço para sepultar os seus mortos, o que tem feito com que muitos viagem ao exterior para conseguir encontrar lugar para enterrar os falecidos.

Portugal

Na “terrinha”, a cremação acontece de forma semelhante ao Brasil, afinal a maioria dos portugueses é formada por católicos (lembrando que a cremação foi permitida pela Igreja Católica na década de 60).

Porém, uma curiosidade do país é que as cinzas, por lá, não podem ser atiradas ao mar. Na verdade, até podem, mas será preciso enfrentar um processo bastante burocrático que envolve a Câmara Municipal, a Polícia Municipal e até a Polícia Marítima para conseguir a autorização.

E, então, gostou de saber como a cremação é feita em outros países? Aproveite e compartilhe este post nas suas redes sociais!

Sociedade do conhecimento: como o design thinking se manifesta?

Colocar as pessoas no centro das decisões. Pensar como o cliente e desenvolver inovações focadas para eles. Isso é, basicamente, as principais propostas do design thinking – uma forma diferente de trazer inovação para as empresas e a sociedade de uma maneira geral.

Se você ainda não conhece essa abordagem, continue a leitura e descubra como ela pode ajudar no seu negócio e também na sua carreira profissional!

O que é o design thinking?

Ele pode ser entendido como uma abordagem que visa solucionar problemas de maneira colaborativa e coletiva, buscando sempre a empatia máxima com todos os envolvidos, colocando, assim, as pessoas no centro de todo esse processo.

Ao contrário de outras abordagens, o design thinking não recorre à fórmulas matemáticas, mas sim, tenta mesclar e mapear a experiência cultural, os processos e a visão de mundo de cada indivíduo, conseguindo fazer com que o coletivo tenha uma visão mais completa do problema e das maneiras de solucioná-lo.

Como essa é uma abordagem “humana”, ela pode ser aplicada em praticamente qualquer negócio e também na nossa vida, por exemplo para quem deseja planejar e modificar a sua carreira.

Como ele funciona?

Depois de ler o tópico acima, você ainda tem dúvidas sobre como essa abordagem funciona na prática e, principalmente, de que modo ela pode auxiliar a sua empresa?

Saiba que tudo se baseia em 4 premissas básicas, que explicaremos logo abaixo.

Imersão

A ideia é que os envolvidos “mergulhem de cabeça” no projeto, pesquisando, levantando dados e informações e conseguindo o maior número possível de itens que ajudem a entender as necessidades do consumidor e de que maneira elas podem ser transformadas em oportunidades.

Para que essa etapa dê certo, é essencial que o time seja empático e consiga se colocar no lugar dessas pessoas, entendendo como elas vivem, o que esperam, suas maiores dificuldades – e de que modo o seu negócio pode ser um “facilitador” dentro dessa realidade.

Ideação

Agora, algumas ferramentas começam a ser colocadas em prática, principalmente buscando fomentar a criatividade, ajudando a encontrar soluções realmente inovadoras ou ainda a oferecer diferentes perspectivas sobre um mesmo problema.

É justamente por isso, que essa abordagem funciona melhor quando os times são formados por profissionais de áreas diferentes do conhecimento e também com perfis distintos, garantindo pontos de vistas completamente novos.

Prototipagem

Nesse momento, as ideias geradas serão validadas ou descartadas, analisando as que se encaixam melhor no contexto. Para isso, podem ser criados modelos de teste ou produtos beta, por exemplo, ajudando a coletar os feedbacks dos usuários e legitimar ou descartar as hipóteses.

Dependendo do resultado, esse ciclo pode ser refeito quantas vezes forem necessárias até se obter um produto ou uma inovação que realmente seja positiva e interessante do ponto de vista do usuário.

Implementação

Após todos os testes finalizados e os ajustes realizados, é hora de colocar a ideia no mercado. Quando todas as etapas são seguidas, diminui-se consideravelmente o risco de rejeição, melhorando a aceitação do produto ou serviço e também da marca.

Quando a abordagem é usada de forma adequada ela consegue ajudar a pensar e planejar inovações que serão mais bem aceitas pelo público-alvo, já que são planejadas e desenvolvidas considerando-se as necessidades dessas pessoas, aumentando o engajamento.

De que modo aplicá-lo no meu negócio ou na minha carreira?

Além de desenvolver novos produtos e serviços, o design thinking pode ser aplicado em muitas áreas, já que a inovação empresarial não está relacionada apenas a lançamentos no mercado, mas também a formas diferentes de processos internos, que sejam mais econômicos, inovadores ou diferenciados.

Assim, é possível usar essa abordagem para:

  • vendas: os times de vendas podem usar essa abordagem para conseguir se colocar no lugar do cliente, entendendo suas necessidades e desenvolvendo formas mais interessantes de persuasão;
  • análise preditiva:  buscar padrões no passado que possam ser implementados com sucesso no futuro é algo muito comum em várias empresas. O design thinking pode ser usado para auxiliar os gestores a encontrarem soluções inovadoras que não se baseiam apenas em ações já realizadas pela empresa, mas sim que foquem nas expectativas atuais dos seus consumidores.

E, claro, nada impede que você utilize essa metodologia para, por exemplo, modificar a sua carreira. Usando as mesmas etapas que descrevemos acima você poderá focar seus esforços em entender quem você é e o que pode oferecer ao mercado como diferencial, prototipando e testando diferentes abordagens.

No setor público ou no terceiro setor, o mesmo esquema pode ser usado para lançar campanhas de arrecadação, novos projetos ou até modificar a forma como os serviços são prestados à população. Existem escolas especializadas na área, como a Echos, que podem te ajudar nessa questão.

Gostou de saber mais sobre o design thinking? Aproveite e participe dessa discussão, deixando o seu comentário!

EUA e China: saiba mais sobre os acordos de comércio

O mundo está assistindo a uma disputa comercial que afeta toda a economia global, isso porque EUA e China resolveram rever seus acordos comerciais e aumentar as barreiras protecionistas sobre suas exportações.

As duas maiores potenciais econômicas do planeta são fortes aliados, sendo a China o segundo parceiro comercial mais importante dos Estados Unidos. Contudo, desde que assumiu a presidência, Donald Trump tem imposto sanções que estão sendo rebatidas pelo governo chinês. Enquanto isso, os países que dependem de ambos esperam que a situação seja resolvida em breve.

Vejamos como funciona essa união e como elas estão abaladas por essa disputa. Confira!

Como é o comércio entre EUA e China?

Como os Estados Unidos eram os principais rivais do comunismo no mundo, até a década de 1970 eles não mantiveram relações com o governo comunista chinês. Somente após o afastamento entre União Soviética e China, que os americanos passaram a se aproximar do país asiático.

Assim, a parceria foi crescendo nas décadas seguintes e, desde 2011, os EUA são seguidos pela China como a segunda maior economia do mundo. Atualmente, os dois dependem um do outro para manter suas finanças, com milhares de produtos e serviços sendo importados e exportados por ambos.

O que os EUA exportam para a China?

Em 2017, os Estados Unidos venderam muitos produtos aos chineses, foram cerca US$ 130,4 bilhões arrecadados em importações. Os principais produtos e seus faturamentos, aproximadamente, foram:

  • aviões civis US$ 16 bilhões;
  • soja US$ 12 bilhões;
  • automóveis US$ 10 bilhões;
  • microprocessadores US$ 6 bilhões;
  • produtos florestais US$ 3 bilhões;
  • carne suína US$ 663 milhões;
  • leite e derivados US$ 577 milhões;
  • frutas frescas US$ 226 milhões;
  • vinho e cerveja US$ 87 milhões;
  • etanol US$ 42 milhões;
  • carne de frango US$ 36 milhões;

Ainda, foram vendidos US$ 30,170 bilhões em serviços para a China. Apesar disso, o número de exportações foi superado pelo de importações. Em 2017, os EUA compraram cerca de US$ 505 bilhões do país asiático. Entre os produtos mais comprados, estão telefones, computadores, equipamentos de telecomunicações, vestuário e móveis, além de diversos serviços, como viagens.

Por que se fala em guerra comercial entre os dois?

Essa diferença na balança comercial, em que os Estados Unidos importam mais da China do que exportam, aumentou para 8,1% em 2017, o que significa quase US$ 400 bilhões a mais para os chineses. Essa vantagem já era criticada por Donald Trump desde a sua campanha e, quando assumiu a presidência, ele impôs severos embargos aos produtos da China. O país logo contra-atacou com diversas sanções e, assim, criou-se o impasse.

Segundo o presidente americano, as práticas comerciais chinesas são desleais e roubam empregos dos americanos, aumentando o deficit do país. O setor que mais afeta a economia dos EUA é o siderúrgico, eles acusam a China de vender bastante produtos feitos de aço para todo o mundo, por preços muito baratos.

Além disso, existe a questão do direito intelectual das fábricas que se instalam na China, onde uma lei obriga as companhias a cederem uma parte das suas tecnologias para empresas parceiras no país. Os EUA se queixam bastante sobre esse fator, pois, há uma inundação de produtos falsificados que prejudicam a economia dos americanos, segundo o governo.

Enquanto esse impasse não chega ao fim, EUA e China estão em uma luta delicada, que precisa de muita diplomacia para ser solucionada. Afinal, existe muito em jogo e há a possibilidade de os asiáticos superarem os americanos como a maior economia global.

Você tem uma opinião sobre essa guerra econômica entre os dois países? Deixe um comentário e vamos debater sobre o tema!

Você sabe o que é comércio exterior?

Vivemos em um mundo conectado em uma aldeia global, onde o comércio exterior tem grande importância para unir as economias de diversos países.

 

Algumas nações investem bastante na infraestrutura e mão de obra para fortalecer as suas finanças e criar laços com benefícios mútuos.

 

Mas como funciona essa relação internacional de mercado? Isso é o que veremos neste post.

O que é o comércio exterior?

É toda a negociação de produtos e serviços entre os países, resultando em compras (importações) e vendas (exportações). A diferença entre essas ações é refletida na balança comercial, que indica se está havendo lucro ou prejuízo nessas transações.

Os governos e empresas disputam para ter mais vantagens nos acordos e estimular a economia do país. Contudo, esses ajustes dependem de diversos elementos, como o valor da moeda, a situação da economia, o entendimento entre as nações, leis etc.

 

Por isso, os profissionais precisam conhecer bem esses fatores, para poder entender as condições e fechar um bom negócio. Logo, eles precisam estar sempre atentos à economia mundial, compreender as políticas estrangeiras e falar vários idiomas.

Como é o curso e o mercado de trabalho?

A formação envolve conhecimentos específicos com assuntos de ciências exatas, como administração, estatística, economia e matemática financeira. Já as matérias específicas podem incluir negociações e direito internacional, línguas estrangeiras, logística, sociologia e ética.

 

Também é possível se formar como tecnólogo, um curso mais rápido, mas bem requisitado. Ele dura a metade do tempo do bacharelado, 2 anos, e contém algumas disciplinas em comum, como matemática e direito internacional, além legislação aduaneira.e comunicação empresarial.

 

Essa é uma área que, praticamente, sempre precisa de profissionais, graças aos acordos de livre-comércio e as leis burocráticas do nosso país. O início da carreira do bacharel costuma ser no setor comercial, negociando contratos, e pode seguir por diversos caminhos, em importações, exportações ou ambos.

 

O tecnólogo é mais comum nas áreas operacionais, realizando despachos alfandegários ou cotações de câmbio, por exemplo. Entre as áreas que mais precisam de mão-de-obra estão: logística; importação; negociação internacional e prática cambial. É possível trabalhar em empresas, no setor público ou prestando assessoria, entre outros.

Qual é a importância do comércio exterior?

A economia mundial é movimentada pelos profissionais de diversos setores que compõem esta área. Como o comércio internacional é essencial para o desenvolvimento e a melhoria da vida de todos, esse é um ramo que tem um peso grande sobre as finanças dos países.

 

Ainda, existe a necessidade política, para criar alianças a fim de fortalecer os vínculos e trazer benefícios para determinados acordos. Hoje, existem diversos blocos comerciais que facilitam essas alianças e as transações que vêm delas, como Mercosul, Euro e Brics.


Além disso, ele é importante para equilibrar a economia do país, que depende de vender o excedente e comprar o que falta para a população. Também, a produção interna passa a ser planejada e guiada pela balança comercial, assim, evita-se a fabricação excessiva ou insuficiente, influenciando a indústria.

 

O comércio exterior é muito importante para os recursos de um país, além de ser uma área vasta e com grandes oportunidades. Para quem deseja ser bem-sucedido nessa carreira, é preciso estar atento ao mercado internacional, à política e manter-se atualizado.

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